Archives for category: olho no lancecece

Não, calma, ainda não é hora de anunciar novidades, embora elas estejam a caminho. É hora de fazer aquela mudança PREVENTIVA de endereço do RSS, para vocês (seis ou sete) que assinam meu blog.

Agora vocês vão seguir por aqui: http://feeds.feedburner.com/biabonduki

E nada mais digo, que já ando bem ansiosa.

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Um dia tive o prazer de escutar Damaged Goods, do Gang of Four, no rádio. Algumas músicas mais tarde, entram os Titãs cantando uma dessas velharias aí, Corações e Mentes.

E a pergunta que sobrou foi: quem se INSPIROU em quem?

Exhibit A – Gang of Four

Your kiss so sweet
Your sweat so sour
Sometimes I’m thinking that I love you
But I know it’s only lust

Exhibit B – Titãs

O teu beijo é tão doce,
O teu suor é tão salgado.
[…]
Às vezes acho que te amo,
Às vezes acho que é só sexo.

Enquanto vocês debatem, coloco aqui a versão dos gringos pra dançar enquanto arrumo a casa.

Telefone de casa toca, lá vou eu atender mais um engano.

– Por favor a Roberta?
– Número errado.
– É 303…
– Não, esse número era de uma Roberta, não é mais faz mais de ano.
– Ai que pena, ela acabou de ganhar uma hidratação facial…
– Nossa, pena mesmo. Mas é, sempre ligam atrás dela.
– Quer pra você? Sou representante da marca tal e tenho que distribuir esses vales.
– Er… ah, quero! Eu já fiz essa hidratação, gosto muito daquele creminho dos olhos!
– Sei, o que deixa com pele de bumbum de bebê. Então pronto, que dia você pode?

Eis que semana que vem terei uma representante de cosméticos aplicando uma hidratação facial em minha tez, pelo preço de uma ligação errada.
To falando, é talento.

Em uma nota relacionada, hoje também ganhei um sorteio de um famoso bar da cidade, sem nem saber que participava dele. Ganhei um livro, não sei sobre o quê.

Se o processo de adaptação a uma cidade for como uma entrevista de emprego, sinto que logo a vaga será minha*.

A primeira fase foi entender o esquema de quadras e blocos e 100, 200, 300 e ruas sem nome. Posso garantir que não me perco mais nem no Cruzeiro – cidades satélites são outro assunto.

A segunda fase foi cantar – melhor que duas brasilienses nascidas e criadas – a letra inteira de Faroeste Caboclo, sem errar nem gaguejar. Gente, na época que essa música era HIT eu morava numa cidadezinha infernal com nada para fazer, é óbvio que eu sei a letra de cor. Fiz isso bêbada, desculpaí.

A terceira fase, bem, é só conferir a foto abaixo:

carlinhos e eu

Sim, este é Carlinhos Beauty, cabeleireiro da cidade e comediante da Record. No sábado passado peguei um freela que envolvia passar o dia no salão dele, e conhecer a criatura foi no mínimo curioso. Quero ver quantas candagas-tr00 já tiveram esta oportunidade.

Por favor, JK, levante-se de seu túmulo e me entregue a chave da cidade.

*pela sábia metáfora, agradeço a amiga Carol Woortmann.

Houve uma época em que escutava Bon Jovi diariamente, cantava junto aos berros e ameaçava abandonar meu primeiro namoradinho por ele. Meu pai se irritava dizendo que as músicas era todas muito “parem o mundo, quero descer” e isso era razão pra eu viver deprimida – e não porque eu tinha catorze anos. Eu dava de ombros e continuava tentando fazer um sobrenome-trocadilho pra no caso de um dia contrair matrimônio com o galã de Nu Joisy.

Passa o tempo, ficamos velhos, começamos a querer saber o que tanto cantávamos sem saber bem o sentido. E eis que percebi que “I’ll Be There For You” é simplesmente a maior tempestade em copo d’água em forma de música que conhecemos. Atenção aos highlights (se você quiser a letra inteira, por favor, pede pro Google).

I guess this time you’re really leavin’
I heard your suitcase say goodbye
And as my broken heart lies bleeding
You say true love is suicide
You say you’ve cried a thousand rivers
And now you’re swimming for the shore
You left me drowning in my tears
And you won’t save me anymore

Conclusão: a briga foi feia, a mina tá indo embora, cu de boi na área do BonJo.

I’ll be there for you
These five words I swear to you
When you breathe I want to be the air for you

(…)
I’d live and I’d die for you
I’d steal the sun from the sky for you

Conclusão: opa, opa, tá rolando uma retratação grande. Será que foi burrada no nível Tiger Woods?

But I can promise you tomorrow
But I can’t buy back yesterday
And Baby you know my hands are dirty
But I wanted to be your valentine

Conclusão: Foi. To ficando com pena da menina. Afinal, o que foi que ele fez?

And I wasn’t there when you were happy
I wasn’t there when you were down
I didn’t mean to miss your birthday, baby
I wish I’d seen you blow those candles out

BICHO, SÉRIO? Foi só isso? Eu já vi namorado trocar aniversário meu por bolinha de gude e essa aí tá largando o Bon Jovi assim?

Definitivamente, eu devia ter escutado meu pai. Ele já tinha sacado esse drama todo e só estava sutilmente me advertido. Bon Jovi, saiba que já me ajoelhei em muita pista de dança por causa dessa MERRECA aí.

A história era mais-ou-menos assim: num hotel estavam uma banda (a história quem me contou foi um integrante desta) e o Belo. Fãs se amontoavam na porta e não deixavam o tal integrante entrar no elevador, o que fez com que ele pegasse o de serviço, junto com as camareiras.

Dentro dele, as moças falavam:

– Esse Belo aí, hein?

– Sou mais o meu marido. Esse aí além de feio, é marginal.

– E digo mais: o dia em que o CÁLICE DA IRA DE DEUS for derramado na terra, ele será o primeiro a ser atingido. – seguido de gestual representando o copo tombando sobre nós, pecadores.

Obviamente, a frase da semana é essa do cálice.

Muito embora este blog tenha virado um Manual da Boa Dona-de-Casa Conservadora, ainda rolam umas COQUELUCHES por aqui. Como por exemplo o selo à direita de quem entra.
Promoção legal, né? Você libera o seu inner Anacleto, cria um nome bacanudo pro site do SPFW e vai ser lindo em Parrí. Vai, participa, não dói nada.
Foi pensando assim que eu ganhei a passagem da Azul – e, bem lembrado, não viajei até hoje.

Se Angélica cuidava de sua intimidade com Dermacyd …

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O que foi que o Luciano fotografou?

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Eu não tenho a menor simpatia pelo Felipe Maffa. Sei que esta não é a melhor hora de expressar opiniões sobre ele, mas é que o post estava pronto na cabeça, e o acontecimento do Mundial só veio a calhar.

São alguns os motivos. Primeiro de tudo, a aparência. Gente, quem quer ser ídolo nacional não pode ter esse cabelo de tiozinho, né?

Boniiiito

Boniiiito

Não é só o cabelo, é o conjunto completo. Nem com o mais caro dos ternos Armani cura essa jequice. E o karma é que o cara vai ser eternamente comparado ao Senna, que lindo não era, mas tinha seu charme.

Aí vem a falinha fanha com ceceio. Gente, eu posso falar, eu tive língua frouxa até os sete anos, não é legal. Prá quem tem contrato com a Ferrari, dinheiro não falta para uma sessãozinha de fono. É rapidinho, em menos de um ano ele consegue falar o próprio nome sem encher os presentes de perdigotos. Aproveita e corrige esses maneirismos de playbinha Vila Olímpia, né, que ele tem super cara daquele que chega no fim da balada em você. (O primeiro comentário que vier falando que eu tenho é INVEJA, porque ele é lindo e nunca ia pegar uma baranga como eu, ganha um doce.)

Bom, e aí teve o episódio de domingo. Que foi uma bela fatalidade, mas quem tá na pista – com chuva – é prá se molhar. Já dizia o nosso saudoso Buiú, bobeou a gente pimba!. O Hamilton passou, uai, passou e ganhou.

Agora, cê tá lá no pódio, a corrida é no seu país, e você vai ficar fazendo cara de cu? Tome tento, rapaz! Arruma essa cara e comemora o que der, vai chorar em casa, em frente ao espelho da penteadeira.

Agora toca aguentar uma semana de comentaristas consolando o pobre sem-carisma, falando que o Hamilton é bobo, chato e feio. (Ou como nossa querida Tamara disse, “o Lewis é o Barack Obama da F1: classudo, simpático e divertido.”) Perdeu, tiozinho. Vai trabalhar nessa imagem enquanto é tempo.

Poffo refpirar?

Poffo refpirar?

Uma vez que não quero fazer parte da nova onda de mulheres-fruta, e tampouco fui criada em um lar em condições sanitárias que justifiquem tamanha barriga d’agua, entrei (pela milésima vez) na academia.
A SÉRIO.
JURO.
Pois. Comecei hoje a fazer aquela semaninha grátis, pra sentir como é, na maciota.
Gostei. Amanhã eu volto.

Comecem a contar os dias para dizer “saiu de novo?”.

Não, juro, dessa vez é sério, não tá brincadeira. Calça panetone não dá mais, gente.