Sou conhecida por minhas declarações de amor eterno aos descendentes do glutamato monossódico, às bolinhas de farinha com extrato de tênis usado e a todo tipo de gordura existente nesse planeta e fora dele. Mas eu queria provar que não sou só um rostinho sujo de comida e um decote cheio de farelo, e mostrar que também dou um pouco do meu amor para os alimentos quem possuem raiz.


Cebola roxa, você é boa em tudo, até no meu café-com-leite.


Taí um alimento que você olha e pensa que faz parte da decoração. Mas faz um wrap cheio de coisa e bota o broto de alfafa no meio, pra você ver.


A caixa de cogumelos paris é uma das coisas mais caras do supermercado depois da tv de LCD, por isso, se eu compro, sou capaz de passar uma semana em lua-de-mel com eles. Vai no macarrão, na mini-pizza, na salada, no sanduíche e no meu travesseiro.


Eu já saí do conforto do lar para comer num lugar que tinha couve de bruxelas no buffet. Enough said.


Aprendi dia desses que couscous é feito de semolina, falta agora aprender o que é semolina e de onde vem. Couscous é minha solução para os dias que falta comida e eu não quero almoçar uma lata de atum. Fora que, quando fica pronto, todo fofinho, dá vontade de preparar uma piscina de couscous e nadar no meio.

Esse post é talvez o de maior non-sense já publicado neste blog, e eu não ligo. Meu coração agora só bate para comida e é pra elas que eu quero declarar meu amor.