Brasília ainda está longe de ser uma cidade de inúmeras opções gastronômicas, mas tem caminhado a passos largos em direção ao lugar ao sol no Guia Michelin – ou algo que valha, que eu não entendo nada dessasporra. Prova disso é a descoberta feita esta semana, que fecha o triunvirato dos hambúrgueres maravilhosos da cidade, sem mesmo conhecer totalmente a concorrência.

Vou dividir em três categorias: o hambúrguer-moleque, hambúrguer-arte e hambúrguer-tradição. E se você planeja vir a Brasília, tome nota para não perder a viagem.

Burguer Gourmet, o moleque – embora tenha esse nome, ele é o mais família dos três. Numa lanchonetezinha simples, eles te trazem um cardápio de uma folha com as opções de tamanho da carne e acompanhamentos da chapa. Aí chega o seu hambúrguer: pão, carne e, se você pediu, queijo, bacon, etc. Então você vai até uma mesinha onde tem picles, salada, cole slaw, molhos e outros acompanhamentos. Esses você pode pegar à vontade, e as misturas ficam maravilhosas. Curiosidade: li neste site aqui que o dono, um americano, foi cozinheiro de embaixadas e resolveu abrir o próprio negócio.

Fica na CLN 412, bloco C. Não tem site.

Genaro, o artchista – esse eu provei numa noite de carnaval, sozinha, me sentindo rica e elegante. Comecei pedindo a porção de onion rings com uma Stella Artois geladona, e pedi o Steak Au Naturel. A Mari, que foi quem me recomendou o lugar, ainda avisou pra guardar espaço no estômago pro sorvete frito, mas não deu. Saí de lá PLENA, pra botar num termo mais condizente.

O Genaro Jazz Burger Café fica na CLN 114, bloco A e o site é este aqui.

Houston, o old-school – a uma parede de distância do Burger Gourmet, o Houston abriu faz algumas semanas, depois de muito suspense – eu passo na frente dele diariamente e não via a hora de inaugurarem. Fui lá com minha inseparável amiga de novas empreitadas, Carol, e nos deleitamos juntas. BENZADEUS. Neste você também pode montar o seu sanduíche, escolhendo o tipo de carne (picanha, angus beef, frango e até vegetariano), tamanho e acompanhamentos, mas ele já vem pronto. O milk-shake é de chorar e se perguntar se merece tanto. Realmente, só provando.

O site está quase pronto, mas você pode baixar lá na CLN 412, Bloco C e comprovar por si mesmo.

*Este post foi escrito de barriga cheia, ou eu não teria terminado o texto.
**Este post é um protesto pela volta do Pobre Também Come, afinal nenhum desses restaurantes cobra mais de R$ 40 por uma refeição.