Lendo a coluna da minha Adelaide, no blog Minas de Ouro, fiquei pensando se realmente o drama latino é o pai de todos os dramalhões. Porque eu acho que, se for mesmo latino, ele tem origem moura.

É simples: você sabe enumerar comportamentos dramaticamente latinos? Eu mesma só sei a cara retamada de maquiagem e sufrimieeeento. Quanto ao drama árabe, posso escrever um livro, no qual morro no fim.

Negociando com um árabe – Você sabe que pra conseguir uma boa barganha, tem que pechinchar. Os árabes amam pechinchar, afinal é quando eles podem botar pra fora todo o drama. Ele diz que é R$ 50, você quer pagar R$ 30, ele responde com “Assim meus filhos vão morrer de fome! Você quer matar meus filhos de fome?!”. Daí vocês topam R$ 40 e ninguém morre de inanição.

Pagando uma dívida – Essa a Brisa pode assinar embaixo. Você pediu para o seu parente árabe te comprar, sei lá, um cento de esfiha. Aí você vai pagar, como manda o óbvio, e é aí que começa o show. É, porque árabe que se preza RASGA DINHEIRO DE DÍVIDA. Tá duvidando? Olha aqui.

Jogando coisas no chão – Taí uma das práticas que mais presenciei na vida. Emputeceu um árabe? Ele taca as coisas no chão! Não faz muito tempo eu vi, por causa de um fax que não atendia do outro lado, um colega arrebentar os óculos. Passado o chilique, ele abaixou e ficou humildemente procurando as lentes espatifadas.

Matando os outros do coração/ “Quando eu morrer” – A vida do árabe não é nada sem um pouco de chantagem das pesadas. Me aborreceu? “Vou morrer do coração e a culpa é TODA SUA”. Não deu valor ao meu SACRIFÍCIO? “Quando eu morrer vocês vão sentir falta”! É assim, BEM LEVE o convívio.

Alguém da colônia comigo?

(Ivinha, não estou desmerecendo o seu maravilhoso CANAL-DRAMA no site, foi só uma coisa que pensei nas horas de tédio. Aquelas, muitas.)

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