O sumiço é autoexplicativo: quem muda de cidade ou tem muito a contar, ou muito a observar. No meu caso, tive também muito a organizar, já que os trabalhos entraram sem a casa estar totalmente de pé. Agora, acho que está. Quer dizer, já tive um sofá fúcsia, aí vendi, aí comprei um pufe, aí chegou a mesa – que ainda está embalada -, o armário chega não sei quando e a esquadria há de sair. Vai ver meu quarto o jeito que tá.

Ao mesmo tempo, vieram a audiência e as férias coletivas. Da primeira eu não vou poder falar o tanto que queria, afinal o evento aqui descrito mostra que estamos longe de poder contar a verdade. A VERDADE.

E as férias… um misto de descanso total com aquele meu timing perfeito para doenças. Aproveitamos a vinda da minha irmã para fazermos uma road-trip até Brasília, para trazer minhas coisas, e depois seguir para Pirenópolis (pode parar de rir). Foi ótimo se eu não tivesse desenvolvido uma alergia de contato que me transformou num bicho e uma azia de me deixar de cama. Agora, só como legumes crus e olho com saudades para os saquinhos restantes de Smith’s.

De resto, é tudo elocubração. Taí mais um post prestando contas não-requisitadas.