Eu não tenho a menor simpatia pelo Felipe Maffa. Sei que esta não é a melhor hora de expressar opiniões sobre ele, mas é que o post estava pronto na cabeça, e o acontecimento do Mundial só veio a calhar.

São alguns os motivos. Primeiro de tudo, a aparência. Gente, quem quer ser ídolo nacional não pode ter esse cabelo de tiozinho, né?

Boniiiito

Boniiiito

Não é só o cabelo, é o conjunto completo. Nem com o mais caro dos ternos Armani cura essa jequice. E o karma é que o cara vai ser eternamente comparado ao Senna, que lindo não era, mas tinha seu charme.

Aí vem a falinha fanha com ceceio. Gente, eu posso falar, eu tive língua frouxa até os sete anos, não é legal. Prá quem tem contrato com a Ferrari, dinheiro não falta para uma sessãozinha de fono. É rapidinho, em menos de um ano ele consegue falar o próprio nome sem encher os presentes de perdigotos. Aproveita e corrige esses maneirismos de playbinha Vila Olímpia, né, que ele tem super cara daquele que chega no fim da balada em você. (O primeiro comentário que vier falando que eu tenho é INVEJA, porque ele é lindo e nunca ia pegar uma baranga como eu, ganha um doce.)

Bom, e aí teve o episódio de domingo. Que foi uma bela fatalidade, mas quem tá na pista – com chuva – é prá se molhar. Já dizia o nosso saudoso Buiú, bobeou a gente pimba!. O Hamilton passou, uai, passou e ganhou.

Agora, cê tá lá no pódio, a corrida é no seu país, e você vai ficar fazendo cara de cu? Tome tento, rapaz! Arruma essa cara e comemora o que der, vai chorar em casa, em frente ao espelho da penteadeira.

Agora toca aguentar uma semana de comentaristas consolando o pobre sem-carisma, falando que o Hamilton é bobo, chato e feio. (Ou como nossa querida Tamara disse, “o Lewis é o Barack Obama da F1: classudo, simpático e divertido.”) Perdeu, tiozinho. Vai trabalhar nessa imagem enquanto é tempo.

Poffo refpirar?

Poffo refpirar?