Essas são as coisas que me passam pela cabeça quando eu lembro que um dia pretendo ser mãe. Favor não levar a sério.

– E se meu filho nascer feio? Que diz que mãe acha os filho tudo lindo, mas tem um limite, né?

– Depois dos sete anos, quando a criança fica dentuça e respondona, dá prá continuar amando na mesma intensidade? Ó lá, sejam sinceros.

– Meus bacuri não vão ter orkut e fotolog desde o parto, disso eu sei. Mas sei também que vou fotografar cada momento e ficar repetindo pros outros todasasmilgracinhas que eles fizerem, como se fossem pequenos Einsteins. Digo porque faço o mesmo com meu sobrinho JP. (Aliás, já contei que ele me chama de BIBIA? Awn.)

– É possível superar a decepção da criança sair a cara da tia? Que o propósito de ter filho é esse, gente, ver se sai parecido com os PAIS, não com os periféricos.

– É algum tipo de doença isso de vestir a menina inteira de cor-de-rosa, com saia, legging e bota? Pega na saída da maternidade? Se for, tenho um nome prá isso: Mal de Lilicus ripilicus. Tô me vacinando é hoje.

– Aquele programa das mães lá vai passar a TER GRAÇA pra mim? (Du-vi-do.)

Acho que é só. Mães, respondam-me. Mães sem-noção, neurastênicas e mudérnas, fiquem bem quietinhas.