Assisti no fim-de-semana e achei ótimo. Franco-sarcasmo, protagonista gatinho e bizarrices do tipo “gêmeos-patinadores-que-completam-a-frase-alheia”, e um pouco de drama, mas pouco.
Porém, o melhor de tudo é que o filme é super auto-ressonante. Tive a oportunidade de conviver socialmente com um narcoléptico, que proporcionava as melhores experiências para os comparsas aspenianos. Dormia no bar, no ônibus, no trabalho, em festas e onde mais pudesse encostar. Acordava rabiscado, sem roupa e furibundo.
Andrezinho Página merecia o papel principal deste filme, e certamente o faria com maestria. Mas aí ele pegou no sono e…