Aí eu tava passando na rua e um senhor me perguntou alguma coisa. Virei para soltar um “perdão?” e, nesse ínterim, percebi que ele não tinha perguntando coisa nenhuma, e sim soltado algo como “goshtósa”. Só que, até meus músculos faciais compreenderem o fato, era tarde demais, e eu virei pro senhor com uma cara de mula irreproduzível.
Eu espero, do fundo do meu coração, que ele tenha entendido isso como desprezo.