A coisa mais legal do Dia dos Namorados é observar as manifestações de desdém dos solteiros que, em tempos de internet, são ainda maiores e mais públicas. Eu assumo que quando era solteira, sofria bem bastante de não ter um par para comer fondue em Monte Verde (nem que fosse só de zueirinha), e passava o dozedejunho me sentindo a mais solitária das criaturas.
Hoje, na minha lista do MSN, tem pelo menos umas duas pessoas falando que “é dia dos solteiros também, ok?”.
Não façam muxoxo, vocês bem que gostariam. Falo isso não só do conforto de quem tem, mas também da “querência” dos anos todos.

E, já que estamos aqui, queria agradecer aos genes Souza-Baptista pelo desenvolvimento de tão grandioso projeto, que resultou nesse impávido colosso que atende pelo nome de Roberto, vulgo Mano, também conhecido no recôndito do lar como… xá prá lá. Obrigada também à minha mamãe, que derreteu três terços em novenas para que eu logo desencalhasse.

Bâno, espero que, até o dia que você me matar, a gente seja bem bem feliz.
:~