Eu nunca me liguei muito em álbuns e sim em músicas, mas ultimamente, acho que é a idade, eu venho escolhendo uns para chamar de trilha. Tipo aquele do Junior Brown, que eu não paro de escutar. Bom, mas aí tava pensando em mais álbuns e, além do óbvio Mellon Collie and the Infinite Sadness, que me acompanhou no perrengue-chororô dos 15 anos, tem um que devia figurar platinado na minha vida: New Adventures in Hi-Fi, do R.E.M..
Esse álbum, gravado em fita, me acompanhou nas viagens lazarentas que eu fazia de São Roça a Whore Island, via Sorocaba, no tempo que era o MUST passar o fim-de-semana por aqui. As músicas são de uma melancolia morfética, assim como o Cometão que eu pegava na época, com banco vermelho de couro adesivo.
E, no mais, esse álbum é uma exceção. Eu não gosto de R.E.M..