Aí eu resolvi que cinco anos de formada era o suficiente para resolver meu problema com closure e fui finalmente buscar o meu diploma na faculdade. Aquela, onde lá é mais legal. Argh. Bom, aí primeiro que não passava mais o ônibus onde eu queria que eu passasse, e eu tive que pegar aquela ladeira lazarenta cheia de band-aids nos calcanhares. Quando cheguei lá em cima, um baticum e eu logo levei a mão à testa: era dia de trote, sua burra! Aquelas mesmas caras, aqueles mesmos hinos, aqueles mesmos bichos ostentando uma humilhaçãozinha feliz na cara. Ai, que preguiça. (Minha terapeuta me mandou parar de ser crítica e fazer julgamentos tais, mas, pô, aí eu serei o quê?) Enfim, atravessei correndo a bagunça, fui direto na secretaria, peguei, assinei, fui embora correndo. Etapa encerrada, não preciso mais voltar, não preciso mais lembrar.
Meus anos de faculdade não foram um horror, longe disso. Mas prefiro eles nos anos em que eles aconteceram.