Tá, sexta-feira me aconteceu uma coisa engraçada, que eu vou contar aqui, mas sem nomes (afinal, o mote deste post é deselegância).
Eu estava naquele evento de moda da capital paulistana, em um dos lounges, quando avistei uma recente “empregadora”. Fiz um tchauzinho de longe, afinal ela trabalhava, e vi que ela estava muito entusiasmada em me cumprimentar. Então eu fui até ela, dei um abraço e ela comentou: “Menina, não tiro a pulseira que sua mãe me deu!”.
Bom, só que minha mãe não tinha dado pulseira nenhuma prá ela. Então eu falei isso mesmo “Ah, mas essa pulseira não foi minha mãe que te deu.” e engatei uma risadinha calmante. No que ela olha bem prá mim e fala “Então quem é você?”. Ninguém, né, gente, deixa quieto, ninguém mandou fazer a íntima – pensei. Mas expliquei, ela lembrou, beijinho-beijinho, tchau-tchau.
O título não é uma pergunta para você, leitora. Eu acho que até me saí bem dessa, sem maiores traumas. O problema é que eu adoraria perguntar a uma consultora de etiqueta como proceder nesse momento. Esta, a tal pessoa.
Hihi!