Eu gostaria muito que a Imaginarium não tivesse, um dia, lançado produtos que tivessem um diferencial em decoração mas fossem TÃO fáceis de serem imitados pelo populacho. Hoje, onde quer que você vá, de papelaria a posto de gasolina, é possível comprar uma caneca com letras grandes em fontes sem serifa que dizem “melhor pai do mundo”, ou mesmo a profissão do proprietário. Coisa que, diga lá, imprime brega.
Bom, aí no domingo eu tava dando aquela esticada de perna no Graal de Rezistro, e para tanto fui andar pela área de “objetos para o lar”. Me deparei com coisas bizarras, como carrancas ao preço de quatro algarismos, um mini-globo-de-bingo (tamanho escritório, possivelmente), mini-globos-terrestres em cristal (sendo que só havia indicação de continente) e fontes da maior variedade de cafonice. Realmente é o mundo encantado da decoração! Mas o que me chamou a atenção talvez seja a forma mais fácil de ganhar dinheiro, e seu inventor merece meu respeito:
Sabe pedra de calçada? Daquelas que em São Paulo formam o desenho do mapa do estado? Pois. Um esperto pegou aquilo, pintou em forma de casinha, assinou e, voilà, botou à venda por doze cacetas de Real! A utilidade? Não sei. Peso de papel, talvez, ou até enfeite de mesinha de centro, daqueles que só servem pro filho da visita mexer.
Se você vai construir ou reformar, recomendo uma passadinha na Régis Bittencourt.