O fim-de-semana não podia ter sido melhor e feito pensar que eu realmente preciso voltar prá São Paulo. E soltar a mão em algumas coisas.
Teve a Sakebara no Jorge, com uma rodada de post-it prá galera, sake pros fortes, cerveja argentina prá madame. Cada um tem o sideibem que merece, e o anfitrião ficou a ver pandeiros. Ui. Eu não lembro de muita coisa, só do que é realmente necessário.
Aí no outro dia fomos ao Japodrão, e depois eu acabei vendo uma performance teatral. Er. Quem me conhece que me compre.
Aí teve Superbad, super good. Eu adoro essa nova safra de comediantes tontos, o Judd Appatow e seus freaks e geeks me fazem revirar da cadeira uma vez que meu senso de humor é deveras vulgar. Mesmo tendo lido os spoilers da Cris, meu melhor momento (lá vou eu spoilar também) é o do “pop pop pop”. Assistam, né?
Domingo foi dia de comer costela por bagel – a remosidade imperou em todas as refeições – e acordar a Paradigma.
Todos os dias, com uma belíssima poltrona dos irmãos Campana acomplada ao meu derrière.
Porque sorte, timing bom e esclarecimento são sempre bem-vindos.