Um dia o Japonês escreveu um texto, e esse texto dizia, coincidentemente, tudo o que eu tenho para dizer hoje. Algo sobre andar nas pontas dos pés, ter suas certezas dissipadas e viver de te(n)são. Porque o que eu tenho hoje é um tormento criado por mim, sem razão de ser, só prá dizer “oi, vou nervosa”.

Você me dá medo e me dá paz (ultimamente muito pouca). Você me tira do sério. O tempo todo.

E eu o publicaria inteiro aqui, se plágio – e talvez covardia – não dessem cadeia.