Archives for category: futuros maridos

Pra SACUDIR esse feriado.

Meu pai sobre o Javier MeuMarido Bardem: quem é esse troglodita?
- Tsc tsc. Esses heterossexuais não sabem de nada. – responde o Jorge.

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Digo logo, ODIEI o look inteiro da JenHud. Principalmente a franja.

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O que foi a cara da Jennifer Garner quando o Gary Seilaoque agarrou ela? Read snotty queen all over her face!

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Amo o Seth Rogen, amo o Jonah Hill. Até de parzinho. Amo a Tilda Swsnsnwns até vestida de lona de circo.

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Fala prá Cameron Boy-name que 1996 já foi faz tempo.

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Engasguei com minha pizza depois de ver a cara REAL da Hannah Montanus. Gente, ela tem defeito!

Tá, vou dormir.

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Porra, Jaredinho, a SÍFILIS?

Estou extasiada! Acabei de assistir Planet Terror – Grindhouse. No meu conceito raso e parco de cinema, esse é o filme do ano. Tá, dos próximos dois. Prá dizer o mínimo, tem zumbi e RobRod. Não preciso de mais nada.
Seria completo se o trailer abaixo fosse verdade:

Recomendo e assino embaixo!

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Iscotinho,

Se você quiser, assisto “Waiting to Exhale” em loop e taco fogo no seu armário. Comigo dentro.

Com amor,

Bibi

Tô afundada nos meus cds de backup, catalogando tudo dos anos anteriores. Aí achei esse texto, de data inominável – não que eu não saiba, mas não quero dizer mesmo. Escrevi esse texto e, umas semanas depois, aconteceu uma bizarrice.
Bom, primeiro o texto:

Eu poderia te largar por ele. Subiu no ônibus enquanto eu tentava decifrar a sapatinha do outro lado do corredor. Ela era bem feia, bem desarrumada, mas tinha uma voz doce de quem queria ser menino. Ele entrou no meio dos meus pensamentos e interrompeu a minha observação, para olhar nos meus olhos timidamente, e sentar no banco da frente. E continuar, o desgraçado, me olhando pelo reflexo da janela. Licença poética minha, essa parte. Eu nem sei se era pra mim.
Sacou um livro que o reflexo me contou ser do James Joyce. Mas não contou qual. E entre lembrar dos olhos e das bochechas meio flácidas demais, generalizei “será que ele é gay? Gay adora James Joyce”.
Fiquei olhando a nuca, as orelhas de abas fininhas, a barba por fazer. Me imaginei beijando essa barba. Mexendo em seu cabelo. Em que ponto ia descer. Torci pra que fosse no meu, mas logo ele tirou a nuca do meu campo de visão, e começou a botar o livro na bolsa. A jaqueta era vintage.
A sapinha levantou, ele levantou. Droga. Olhei melhor: calça Levi’s caída, all star preto. Mais de 1,90: confere. Cara de bobo inegável: confere. Será que ele ia virar pra trás e me pedir pra fugir com ele?
Não, desceu e foi embora. E nem olhou pra dentro do ônibus quando passou pela minha janela. Mas, ainda assim, eu te largava por causa dele.

Aí tinha um dia que estávamos eu, papai e mamãe, saindo do meu prédio. Eu usava a roupa mais horrorosa do mundo e carregava uma caixa com secos e molhados remanescentes da minha cozinha. O elevador parou no andar de baixo e adivinha quem entrou? Ele. Com as mesmas bochechas flácidas e a mesma jaqueta vintage. E eu querendo falar “você me atormentou um domingo inteiro”, mas não podia. Fiquei parada, eu e meus trajes horrorosos, enquanto ele se ocupava de ser lindo no mesmo elevador que eu.

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Betinho, meu amor. Com você eu teria não só Rocket, Racer, Rebel, Rogue, Rhiannon. Teria também a turminha da letra X, Xerox, Xena, Xavier e Xylophone.
Ai, vai, outra:

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Beeeibe, ok, vou dormir feliz!

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