Acabei de voltar da exposição do Karim Rashid que está acontecendo no Instituto Tomie Ohtake. Agora vou passar numa lotérica, em uma igreja e vou fazer um cartaz, bem como manda O Segredo. Porque nunca é tarde para acreditar que vai ter uma coisa dessas em casa:
Para quem quiser ver, o Instituto Tomie Ohtake fica na Av. Faria Lima, 201, entrada pela Rua Coropés. A exposição abre de terça a domingo, das 11h às 20h, até 04 de janeiro.
Juddinho, quer ser meu pai adotivo?
Só um filme como este para me fazer ir sozinha ao cinema, numa quarta-feira à tarde, e sair com vontade de fumar maconha. Se eu não tivesse consideração pelos que ainda não viram, spoilava tudo.
…
Tá. É que toca Crossroads durante uma parte muito, hm, Crossroads. So you won’t be lonely.
Finalmente dei minha primeira gargalhada alta com um episódio de Friends. E, pior, era com uma piada do Chandler.
No episódio, o Joey comprava um pintinho, e começava a apertá-lo, apertá-lo, tend’em wabbits… Aí o Chandler solta:
- Easy, Lenny.
É tipo uma maldição que se repete.
Uma vez, tomada de sentimento saudosista, perguntei aos meus amigos se se lembravam daquela velha canção da Gretchen, intitulada “A Débora não consegue botar o bumbum no chão”. Para minha surpresa, ninguém se lembrava de nada. Muito menos o Google.
Tentando provar que não inventei uma música dessas aos cinco anos de idade, escrevi para a Gretchen, herself, mas não obtive resposta. Pelo contrário, fui bombardeada com uma enxurrada de spam da Rainha do Rebolado.
Aí, dia desses, lembrava com o Jorge de axés famosos nos anos 80. Tipo a Rodinha da Sarajane e o clássico “Ele não monta na lambreta”. Foi então que a maldição da música que não existe voltou. Desta vez, vou cantar inteira, no caso de algum indivíduo de baixos níveis culturais se lembrar:
“Nãoseique te pego te cutuco
To maluco
Nãoseique te pega te cutuca
Ta maluca
(parampampampam parampam paaam paaam)
Me levaaa, morena. Me levaaa, morena.
Aprender (morena) e te ensinar (morena)
O ABC (morena) e o be-a-bá morenááá
O cê com a (cê a cá)
O cê com e (cê e cé)
O cê com i (cê i ci)
O cê com o (cê o có)
O cê com u eu não falo mais não, morenaaa”
Gente, por favor, eu não sou louca. Alguém me diz que essa música existe, quem canta, de quando é. Eu lembro de ouví-la todo dia em um acampamento que fui, curiosamente, para aprender inglês.
Não quero ficar famosa como a pessoa que inventa músicas de baixo calão e se faz de desmemoriada.
UPDATE!
Graças ao Menezudo, posso provar a da Gretchen. Ou seja, não sou louca, mas sou bem incompetente.
Forma atual: Odalisca de Botero
Fase 4: Maníaca-perfeccionista
Os resultados começaram a aparecer. Segundo a explicação do namorado, assim como engordamos primeiro na bunda e na barriga, emagrecemos por último nos mesmos lugares. Sendo assim, estou com braços definidos e quadris com a mesma circunferência de sempre. Aí dá ódio, né? Que eu quero ficar uniforme logo.
Mas aí a academia abriu inscrições pra uma maratona que funciona assim: você se inscreve, tira as medidas, e por um mês tem que ir ao menos duas vezes por semana malhar. No final desse período, eles tiram suas medidas novamente e quem tiver perdido mais medida, mais peso ou mais sei lá o quê, ou os três juntos, ganha uma porrada de prêmios. Tipo lifting, limpeza de pele, drenagem linfática e um saco de Cheetos. Aí to pensando em me inscrever, malhar os cinco dias da semana e gastar meu tubo de My Sillhouette. Mal não vai fazer.
Em contrapartida, estou com aquela covinha abaixo da cintura, que é tipo lindo quando dá em homem. Estou apaixonada pela minha covinha.
Toda volta de Brasília me deixa saudosa dos meus quinze anos whoreislandenses, não sei bem por quê. Aqui alguns dos melhores acontecimentos da última ida:
- A recepção foi digna de novela. Cada estadia, uma mordomia. Obrigada, hospedeiros!
- Passei uma noite em um hotel desses de quando a cidade ainda estava sendo construída. A entrada parecia uma nave e os corredores terminavam em curva. O banheiro era rosa e verde-água, o quarto tinha armários com puxadores de acrílico e eu quero morar lá.
- Finalmente, posso dizer que entendo o esquema de quadras da capital. Foi tipo problema de lógica, mas agora já posso até dar palestra sobre.
- Quero azulejos do Athos Bulcão. Criados, mexam-se!
*E o Gran Finale*
- Conheci o lugar onde Impávido Colosso treinou nos seus anos de ginasta, e tive uma aula detalhada de salto mortal. Tipo, realizei meu sonho. Para completar o Dia de Daiane, aprendi a pular numa cama elástica também.
TÁ VENDO, MÃE?
se você perdeu uma Manoela Fiães, um Fernando Nogari, um Ernesto Favela ou um Alessandro Psycho e está procurando por eles desesperadamente, fale comigo. Eu posso te ajudar (já que, pelo jeito, o Google não anda ajudando, hihi).